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vila de cano - canoonline - João Mot@



Mensagens

Sexta-feira, 30.09.11

Vila de Cano na calada da noite autores e personagens dispensam apresentações, ehehehhe

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por @Mota@ às 21:11

Sexta-feira, 30.09.11

Touro na Rua

http://touronarua.blogspot.com/

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por @Mota@ às 13:31

Sexta-feira, 30.09.11

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Olá a todos os amigos e visitantes do Blog C@noonline, estivemos 3 ou 4 dias bloqueados nos motores de busca no google, graças a um contador de visitas instalado ou ......., o blog nunca teve nenhum programa malicioso, porque nos motores de pesquisa do sapo o mesmo esteve sempre online e de boa saúde, espero que isto não volte acontecer!!!!!

 

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por @Mota@ às 10:54

Domingo, 25.09.11

NUNOS E NUNETES EM SOUSEL‏

 
No dia 23 de Setembro, teve inicio mais uma edição da Feira de São Miguel no concelho de Sousel.
Esta edição contou com o espectáculo dos Nunos e Nunetes que trouxeram muita diversão à noite da Feira. Foi um espectáculo com quarto vertentes, (comunicação, humor, interacção e musical), como disse o anfitrião Simão Moniz!
Simão Moniz em parceria com a Câmara Municipal de Sousel foram os principais responsáveis pela grande noite que tivemos.
A todos os intervenientes, muitos parabéns!
 
Artigo por: Duarte Rebeca »»»»»»»»»
 

  

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por @Mota@ às 20:32

Sábado, 24.09.11

Este ano foi assim........ Feira de São Miguel 2011

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por @Mota@ às 16:19

Quinta-feira, 22.09.11

José joaquim Buinho

Mote:

Jaime Velez já morreu

Mas não morreu a saudade

um homem de tanta habilidade

Sem saber ler nem escrever

l

Cumpriu o seu destino

O destino é marcador

Tem que se lhe dar todo o valor

Foi o ás do fadinho

Cumpriu sempre bem os pontinhos

Foi dote que o pai lhe deu

E dizes tu e digo eu

temos que ter paciência

Fez-me para sempre uma ausência

Jaime Velez já morreu

II

Lá no monte da defesa

Foi ganhão de dois bois pretos

Deixava os regos todos direitos

que era uma delicadeza

Foi convidado pela nobreza

lá nessa dita herdade

Isto é tudo verdade

As coisa são como são

Morreu um actor bom

Mas não morreu a saudade

lll

Dizia numa cantiga a cantar

Mesma que eu morra queimado

E pela triste sorte foi abraçado

Tanto que havia de penar

Sem ninguém o poder auxiliar

Já lá está na terra da eternidade

Já lá está na terra da verdade

Onde todos vamos cair

Lá se está a sumir

Aquela grande habilidade

IV

Por causa do vinho arranjou sarilho

Nem deu a criação ao filho

Nem lhe deu o seu carinho

Deu cabo do seu ninho

Foi o destino que deus lhe deu

O que ele sempre esclareceu

E que empinou bem o juizo

Um homem de tanto improviso

Acabou por morrer

sem saber ler nem escrever

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por @Mota@ às 14:24

Quarta-feira, 21.09.11

Açorda sem azeite, Jaime Velez, o Jaime da "Manta Branca",

A poesia é de Jaime Velez, o Jaime da "Manta Branca", de alcunha, como quase todos. Nasceu em Benavila em 1894 e foi muito novo para o Cano, onde morreu em 1955. Analfabeto, trabalhava no campo, numa zona de latifúndio. Era repentista. Fazia as décimas de improviso. Bebia também uns copos. Esta foi feita num dia em que havia uma festa num monte. O patrão, que tinha até convidado um ministro, resolveu alegrar a festa, apresentando Jaime da Manta Branca, como algo típico e divertido. Em troca de mais um copo recitou as décimas:

 

 

Não vejo senão canalha
De banquete para banquete
Quem produz e quem trabalha
Come açordas sem “azête”

Ainda o que mais me admira
E penso vezes a “miúdo”:
Dizem que o sol nasce para tudo
Mas eu digo que é mentira.
Se o pobrezinho conspira
O burguês com ele ralha,
Até diz que o põe à calha,
Nem à porta o pode ver.
A não trabalhar e só comer
NÃO VEJO SENÃO CANALHA

Quem passa a vida arrastado,
Por se ver alegre um dia
Logo diz a burguesia
Que é muito mal governado,
Que é um grande relaxado,
Que anda só no bote e “dête”.
Antes que o pobrezinho “respête”
Tratam-no sempre ao desdém.
E vê-se andar quem muito tem
DE BANQUETE PARA BANQUETE

É um viver tão diferente!
Só o rico tem valor
e o pobre trabalhador
vai morrendo lentamente.
A fraqueza o põe doente
e a miséria o atrapalha.
Leva no “peto” a medalha
Que ganhou à chuva e ao vento.
E morre à falta de alimento
QUEM PRODUZ E QUEM TRABALHA

Feliz de quem é patrão
e pobre de quem é criado,
que até dão por mal empregado
o poucochinho que dão.
Quem “semêa” e colhe o pão
não tem aonde de “dête”;
só tem quem o “assujête”
p’ra que toda a vida chore.
E em paga do seu suor
COME AÇORDAS SEM AZEITE


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por @Mota@ às 16:18

Terça-feira, 20.09.11

Quadras da minha falecida mãe (que saudades)... tenho gavetas cheias deles, um dia quem sabe, faz-se um livro.

I

Chora meu coração chora

De te ver tão magoado

A justiça por vezes demora

Para se saber quem é o culpado

II

É triste ser desprezado

É triste ser inocente

É triste ser falseado

Por filhos de boa gente

III

Por causar mal e andar contente

É pior que uma navalha

Pode-se virar de repente

A justiça de Deus tarda mas não falha

IV

Pois não vão ganhar medalha

Essa lhe garanto eu

É a paga para quem trabalha

Para um coração como o meu

V

Mas se Deus Também sofreu

Não á que desanimar

No mundo tudo se deu

Todos temos que chorar

VI

Todos os dias o sol a aclarar

Só de Deus vem a verdade

Ter paciência para esperar

Terá fim a falsidade

VII

De alguém não é novidade

De onde vem o sim e o não

A ninguém tem amizade

Gente má sem coração

VIII

Não merecem atenção

Para que há tanta maldade

O fingir não tem perdão

Tem sim a sinceridade

                                                                                                   Lucinda Mota Clemente

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por @Mota@ às 22:20

Terça-feira, 20.09.11

RealSete Investimentos Imobiliários Lda.

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por @Mota@ às 21:39

Terça-feira, 20.09.11

Um Belo de um Javali morto pelo amigo « »Baltazar

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por @Mota@ às 13:37

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