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vila de cano - canoonline - João Mot@



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Domingo, 16.10.11

O saque continua..........

Entra PS, sai PDS, entra PSD, sai PS, e continua este saque ao zé povinho, pelo que se viu na tv, os ânimos não foram leves, o povo saiu a rua e gritou pelos seus direitos, muito embora o "ti Salazar" fosse o que fosse, deixou alguns direitos ao povo, nomeadamente a saúde a educação, deixou uma escola em cada cabeço. coisa que estes últimos governos têm vindo a fechar e a destruir, ao que este país chegou....., quase que não vale a pena sair de casa para ir para o trabalho, o melhor mesmo é ficar em casa e deixar de pagar a prestação da casa, mesmo que o banco nos tire a mesma, não as consegue vender, não vai ser com estas novas medidas de austeridade que vão resolver os problemas, pois os problemas estão nas cunhas, nas amizades dos primos, dos amigos, dos familiares deste e daquele que conhece ou almoça com alguém amigo de alguém que por sua vez conhece este e aquele, que está ligado a A,B, ou C,....frase confusa não é, pois... adiante...haja buracos ou derrapagens, sobra sempre para nós zé povinho pagar, eu acredito que irá haver outra revolução, espero que desta vez, alguém se sente no banco em frente ao juiz e pague pelo mal que fez a este país e ao povo!!!!

Mot@

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por @Mota@ às 14:07


5 comentários

De Anónimo a 17.10.2011 às 22:47

Sr. Mota se me permite gostaria de comentar o seu artigo, não para o criticar mas sim tentar dar uma ajuda se efectivamente o permitir.
1. Quanto à indignação os portugueses estão no seu direito de o fazer mas que o façam ordeiramente sem excessos e com sustentabilidade "não criar carnavais" com coisas sérias.
2. Quanto à herança que o tal "ti S....." nos deixou no que toca à educação, com uma escolinha em cada cabeço, devo dizer que o ensino não era obrigatório, pois por necessidade, muitos pais punham muito cedo os filhos a trabalhar, as crianças andavam kms a pé para chegar a essas escolas, só isto justifica que em 1970 o índice de analfabetismo no nosso país era de 33,6%. Só é pena, como diz, os sucessivos governos  PS /PSD que durante cerca de 35 anos nos desgovernaram e depois cá estamos nós a sofrer as consequências. E já agora, também no tempo do tal sr., dois exemplos no que toca à saúde: a taxa de mortalidade infantil em 1974 era de 37,9%; a taxa de mortlidade materna era de 73,4% em 1970 e há muito mais. Obrigada por receber este meu comentário.

De Provedor do canoonline a 20.10.2011 às 13:04

Caro Mota e anónimo,

Uma das vantagens de não termos de aturar o «Ti Salazar» é podermos ter a liberdade de exprimirmos a nossa opinião nestes blogs por exemplo, inclusivé dizermos coisas absolutamente erradas.
Neste caso, convém corrigir a afirmação do anónimo sobre as taxas de mortalidade infantil e materna que não se medem em percentagens mas sim em permilagens. Se fosse em percentagens já não haveria pessoas em Portugal... Ainda assim é de facto uma verdade inquestionável que elas eram altíssimas em 1970, perfeitamente em linha com um pais totalmente subdesenvolvido. 37,9 mortes por mil nascimentos é imenso de facto.
Quanto à afirmação de o «Ti Salazar» deixou a educação e a saúde ao povo, especialmente no caso desta última, felizmente que o Dr. António Arnaut não lê este blog senão dava-lhe uma coisinha má. O Serviço Nacional de Saúde, como o conhecemos hoje, só começou a ser implementado em 1976, estando a saúde até lá a cargo das familias e essencialmente dos hospitais consignados às Misericórdias.
Para ter uma ideia caro Mota o Ministério da Saúde e da Assistência no tempo do «Ti Salazar» só foi criado em 1958 e apenas em 1972 com a chamada reforma de gonçalves ferreira surge a primeira regulamentação concreta das carreiras profissionais ligadas ao sistema de saúde.
Em suma, de facto os tempos são dificeis e a nossa classe política tem demonstrado além de pouca seriedade, pouca capacidade para resolver os problemas e desafios do país. No entanto, não convém que percamos a memória e embarquemos em saudosismos tolos que branqueiem regimes políticos que mantiveram grande parte da população na miséria durante demasiado tempo.

De Luis Cortes a 21.10.2011 às 11:10

Um ex-ministro de Guterres propõe um corte no IRC (http://aeiou.expresso.pt/daniel-bessa-defende-irc-reduzido=f681803). Um ex-ministro de uma coligação PSD-CDS propõe o aumento do IVA (ainda mais?!!!) para bens de luxo (http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=31484).
Se nós tivéssemos para inovar e produzir a imaginação que os nossos governantes e eleitos possuem para inventar aumentos de impostos, seríamos o país mais rico do mundo.

De Luis Cortes a 21.10.2011 às 11:32

Quando ouvires Cavaco Silva ou Mira Amaral dizer que não há dinheiro ou a falar sobre pensões lembra-te que estás a ouvir pensionistas que recebem 10.042,00€ (http://aeiou.expresso.pt/cavaco-opta-por-pensoes-de-836410042=f626817) e 18.000,00€ (http://www.tsf.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=835448) por mês, lembra-te que discursam pelas suas pensões e pelos seus interesses, lembra-te que na Suíça ninguém pode receber mais de 1700,00€ (http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Reformas-na-Suica-com-tecto-maximo-de-1700-euros.rtp&headline=20&visual=9&article=390426&tm=7) de pensão de reforma ou que em Espanha esse valor é de 2.290,59€ (http://es.socompetent.com/d_9-la-pension-de-jubilacion-QQPLLlJJZZes.html), lembra-te que em Portugal só não há um tecto para o valor das pensões de reforma porque eles estão no poder há mais de 20 anos e que muito lucraram com a dívida que agora nos querem fazer pagar.

De Luis Cortes a 21.10.2011 às 11:42

Em vez de dar bitaites eu acho que Primeiro Ministro devia entregar o Orçamento de Estado para 2012 ao Presidente da República para ele o elaborar. Assim talvez houvesse mais equidade fiscal (http://economico.sapo.pt/noticias/marcelo-cavaco-quer-que-governo-corrija-o-orcamento_129433.html).

É que os cortes na Função Pública não são impostos, mas sim despesa pública (que todos apelam que é preciso cortar). Se cada vez que há aumentos na Função Pública se considerar um beneficio fiscal, então os privados podem reclamar da chamada falta de equidade fiscal ao longo de todos estes anos.

O Ministro das Finanças devia também dar a Sua Excelência o Presidente da República o programa de privatizações. Iriamos provavelmente voltar a ver Cavaco Silva a vender "Tottas" sem OPA e afins, tudo em nome da manutenção dos centros de decisão nacional, que como se sabe serviu de muito, uma vez que o Totta hoje é Espanhol .

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